Deic fecha clínica de estética clandestina que realizava procedimentos ilegais em Campinas

O local possuía uma câmara de bronzeamento feita de forma caseira e aplicava medicamentos importados que não possuíam registros

  • Por Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança
  • 27/10/2023 14:57
Deic fecha clínica de estética clandestina que realizava procedimentos ilegais em Campinas O local possuía uma câmara de bronzeamento feita de forma caseira e aplicava medicamentos importados que não possuíam registros
Crédito: Deic

Uma operação conjunta realizada entre a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária nesta quarta-feira (25) fechou uma clínica de estética clandestina que funcionava em um prédio no bairro Castelo, em Campinas. Além de possuir uma câmara de bronzeamento feita de forma caseira, o local tinha estrutura precária, aparentava não possuir higiene necessária e realizava diversos procedimentos ilegais. A responsável pela clínica, de 38 anos, é investigada.

Há cerca de um mês, a clínica da região era alvo de denúncias anônimas que levaram os agentes sanitários até o local. Após a fiscalização, a proprietária foi informada sobre as ilegalidades no imóvel e das obrigações legais que teria que seguir.

No entanto, as denúncias continuaram e foi descoberto que a mulher estava realizando as atividades em um outro local. Os policiais, juntamente com a vigilância sanitária, foram até o novo endereço alvo das denúncias e descobriram que lá funcionava uma outra clínica clandestina montada em um prédio.

Em uma das salas, era realizado procedimentos estéticos sem a presença de um profissional habilitado, com aplicação de medicamentos não registrados em órgãos competentes. Uma sala com uma câmara de bronzeamento artificial improvisada, feita de forma caseira, também foi encontrada.

A perícia foi realizada no local, onde foram apreendidas duas câmaras de bronzeamento, seringas, agulhas, ampolas e diversos outros itens utilizados para fins estéticos. A proprietária fugiu do imóvel ao perceber a presença da polícia e é investigada.

O caso foi registrado como falsificação ou adulteração de produtos terapêuticos medicinais, crime contra relação de consumo e exercício ilegal da profissão na 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), do Deic.